Hoje seria um dia especial.
Hoje já passou.
O que ainda tem é saudade.
Sinto sua falta sinto sua ausência.
Hoje seria um dia especial.
Hoje já passou.
O que ainda tem é saudade.
Sinto sua falta sinto sua ausência.
Pessoal, meu telegram está desatualizado, por isso não estou conseguindo conversar com alguns contatos... creio que seja por terem a versão do telegram igual a minha... honestamente não tenho uma resposta... mas quando tento achar a conversa de alguns contatos, todos aparecem em um único...
Não estou sendo indiferente... só estou passando por este probleminha... bem, vocês tem meu email... por hora, é minha única forma de contato.
Coração dispara ao sentir teu descaso sorrir pras minhas preocupações
São devaneios vazios, cheios de esperança
Frutos da lembrança de nossas elocubrações
O fluxo de carinho foi interrompido pela tempestade que te consumiu
Ainda é cedo, mas um dia eu percebo que nada começou
Hoje eu vejo que o que eu senti você nem viu
Enquanto nossos sonhos se arrefeciam você decidiu
Nunca saberei o que foi decidido, mas sei bem o que senti
A dor ainda se faz presente, se faz cheiro, se faz timbre
A falta que me sobra transborda em litros sobre nosso canteiro
Do jardim plantado, colho os espinhos afiados e afinados ao seu tom
De seu abraço, ainda faço, meu eterno “kitnet”
É saudade que fala... é tristeza que sente.
É buraco no peito, é a distância existente.
Não conto os metros, nem as horas sem ti
Conto as palavras não ditas, os sorrisos perdidos
Considero o vazio como o novo normal
Sem suas palhaçadas e troças
Não vejo graça nos pássaros cantando.
Imagino que sua bestoidíte tenha melhorado
Mas desejo que volte a ser crônica e completa.
É OVIO que gostaria de estar presente
É certo que ainda não posso
É doloroso saber que eu mesmo empurrei o barco
E por isso, vem a saudade do que ainda não vivemos
Aonde está você, além de aqui dentro de mim....
Está correindo? Está catando o vêinto? Está sorrindo!
Seria um sorriso triste? Ou seria um sorriso de saudade?
Como o tempo escorre, ele se dissolve.
Hoje se desvai mais um dia.
Não um dia comum, mas uma data especial.
Dia daqueles que se parabeniza pessoas especiais.
Data em que esse seu olhar misterioso despertou para um mundo novo.
Hoje vai entrar no mapa de nossas vidas.
Na sua como o início de um novo ciclo.
Na minha, sendo um marco de alegrias.
Agradeço por estar presente, ainda que distante.
E poder participar desta celebração
Imperceptivelmente festejo sua alegria.
Cortejo sua felicidade.
Instintivamente te desejo... lhe desejo tudo de bom.
Que bom que o que é, é. E ainda será mais.
Ainda te darei um queijo e uma rima.
Uma goiabada saborosa em seus lábios.
Espero, hoje, lhe presentear um sorriso.
Pois seu sorriso, sara meu pericárdio ferido.
Pensei por horas, planejei demais
Embalei meu sono me revirando no travesseiro
Não realizei... E agora como se faz?
Me olho no espelho... vejo a metade que seria
A lua se foi e levou com sigo os desenhos que tracei
Foi rápido, ligeiro... Passou num suspiro
Deixou em mim o vazio da vontade
Do calor que não sentirei
Um desejo prezo em um coração em cacos
Cacos que feriram seus pés no chão
Sonhei acordado, como sonham os tolos
A lua foi.. O sol trouxe o eco de seu corpo
refletindo rimas de um sentimento louco
Ressoando o grito rouco de... Sufoco
“Desde que você chegou
O meu coração se abriu
Hoje sinto mais calor
E não sinto nem mais frio
E o que os olhos não vêm
O coração pressente
Mesmo na saudade
Você não está ausente
E em cada beijo seu
E em cada estrela do céu
E em cada flor no campo
E em cada letra no papel...”
Sem ti, a mente se afunda,
Minada em seus alicerces:
Feliz daquela em que exerces
Tua ascendência fecunda.
De quem te adota por guia
Quão segura a diretriz!
Sim! Feliz o que confia,
Feliz, três vezes feliz!
Mas, como o vidro, és frangível.
Não raro, a um gesto, a uma frase,
De chofre vai-se-te a base;
Cais, e, depois, é terrível.
O vidro quebrado corta
A mão que incauta o apertou...
Oh! como a confiança morta,
Coração, te retalhou!
Tudo falácia e quimera...
- Tem talvez sorte bendita
Esse que em nada acredita,
Nada esperou, nada espera.
*Este texto ficou em rascunho por alguns anos... foi em um contexto que nem me lembro mais... porém, representa bem o momento, então decidi publicar.
Foi que vi a tempestade se formando
As nuvens escureceram e os trovões retumbaram
Minha preocupação era, disso te manter distante
Não suportaria ver um raio te atingindo
Meu medo foi que as ondas te levassem
Em meio a tempestade que chegou, me vi imóvel
Paralisado pelo temor, não percebi que de sua mão estava soltando
Não ouvi, de ti, nenhum pedido de socorro
Mas, cego pelo medo não ouvi o seu silêncio tangível
Distante de seu perfume, não senti você se afastando
Quando a tempestade passou e vi que você já não estava ali
Busquei, desesperadamente, uma referência
Tentei te encontrar, tentei te ver... um contato virtual e cheguei até ti
Magoada pela tempestade e ferida por eu não ter mantido minha mão na sua
Seu olhar era distante e sua voz uma lembrança
Agora seu sorriso, só em minha memória, a tristeza estrua
Em plena pandemia, cercados de medos e incertezas, sua presença era constante...
Uma presença forte, intensa e quente. Como o sol, não podia ser tocada...
Mas podia ser sentida, vivida e consumida... Você estava aqui, mesmo que distante.
Seu carinho e seu olhar atravessavam as horas, o vazio, a lonjura sólida
E, como uma brisa de primavera, acariciavam meu rosto moldando um sorriso bobo.
Seu “Bom dia” me despertava para a vida, para o que viria
O “boa tarde” empurrava os ponteiros do relógio até o “boa noite”... era assim o tempo todo
Eram momentos, eram vidas eram eras... era o que a gente queria
Quando, de fato, nos encontrávamos... não havia chão, não havia céu
Havia sincronismo cardíaco, ritmado a 200bpm. Havia fogo. Havia o toque.
O toque, a pele, o cheiro, a amizade, o amor palpável
Aqueles sempre foram momentos mágicos... momentos em que o calor fundia nossas almas
Almas que esqueciam os riscos e superavam os desafios mais insanos
Era torcida, era carnaval, era espetáculo, eram palmas... eram planos.
Chovia...ventava...silêncio.
Sinais perenes d'um período de dor constante. Dor que se tornou rotina. Dor que ganhou cidade natal, data comemorativa, projetos e até mesmo um memorial muito particular. Demasiados argumentos foram despendidos na justificativa e no questionamento sobre a teoria do "Estar presente à distância" e do "Não sentir necessidade de estar perto". Tentei assimilar cada um desses conceitos, avaliei cada possibilidade, busquei justificativas que me convencessem... me vi vilão, vitima e cumplice. Absurdo! Me enganei por tempo demais!!! Vou contrariar o que venho me dizendo por meses: "Igualmente não preciso estar perto!". Basta! Eu, sim, preciso de contato, preciso de atenção, mais que isso... preciso que minha afeição seja refletida na intensidade em que é projetada. Entendo minhas limitações, mais do que isso me resigno à elas... já tentei mudar algumas vezes, que infeliz eu fui. Hoje que sei quem sou, é inaceitável para mim pensar em mudar qualquer coisa que me defina. Posso não ser o que muitos esperam que eu seja, mas estou com quem me quer pelo "quem" e pelo "como" sou. Não tenho a pretensão, nem mesmo o direito de esperar que me aceitem assim... Aliás pessoas importantes para mim já se afastaram por não aceitar este meu modo de ser.
Ah, sim!
Tenho comigo, e p'ra mim, que nada é definitivo...